30 abril 2012

XI Congresso Médico da FENAM

Natal, capital do Rio Grande do Norte, sediará, nos dias 24, 25 e 26 de maio, aquele que é considerado o evento mais importante do calendário da Federação Nacional dos Médicos: o Congresso Médico da FENAM, que em 2012 chega à 11ª edição. O tema escolhido para este ano é "Saúde, direito humano e preservação pelo Estado". No congresso, que acontece no Hotel Pestana, além de debater os assuntos mais importantes para o movimento médico brasileiro, a Federação elege sua diretoria para o biênio 2012/2014. A executiva da FENAM decidiu homenagear o médico bahiano José Caires Meira, conferindo ao evento o nome do presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia, falecido no dia 7 de janeiro último.

As inscrições para delegados sindicais já estão abertas. Para acessar a ficha, é só clicar no link no alto da página inicial deste portal de notícias, intitulado XI Congresso FENAM. Com público estimado em 200 pessoas, o evento deverá receber cerca 130 delegados com direito a voto. Como ocorre tradicionalmente, a escolha da nova diretoria da FENAM acontece no último dia do congresso. De acordo com o estatuto da entidade, na próxima gestão o presidente será oriundo da Região Nordeste.

Na programação, foram incluídos temas como desenvolvimento e infraestrutura econômica e social; trabalho, desenvolvimento e inovação; reforma do estado e administração pública privatização do Estado e do SUS e saúde suplementar.

O Congresso Médico da FENAM é classificado pela diretoria da entidade como um grande momento de avaliação e definição das diretrizes e ações que serão desenvolvidas nos próximos dois anos em favor do médico brasileiro, que, nos últimos anos vem sofrendo um processo de desvalorização, por conta, principalmente, da baixa remuneração e falta de condições de trabalho.

"O Congresso da FENAM é um evento tradicional e faz uma revisão da política de saúde, com apresentação de toda diretoria, prestação de contas, debates, pontos da política nacional para os próximos dois anos, e culmina com a eleição da nova diretoria, que terá como presidente um companheiro da Região Nordeste. Esperamos que nossos sucessores possam corrigir as falhas que tivemos. Isso é o congresso natural da FENAM e, evidentemente, vai ter a somatória de esforços, de melhoria para saúde da população brasileira, melhoria das condições de trabalho para os médicos, com condições técnicas adequadas e salários decentes. O congresso está sob a responsabilidade do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte e nós, da FENAM, damos as condições para a realização do evento, para que seja executado da melhor maneira possível. Estamos tranquilos e sabemos que nosso congresso vai ser, mais uma vez, exitoso, capaz de atender a demanda", assinalou o presidente da FENAM, Cid Carvalhaes.

Fonte: Federação Nacional dos Médicos - FENAM

26 abril 2012

Carreira de Estado é solução para fixar médicos no interior

“Para garantir a fixação do médico em regiões longínquas é necessário a criação de uma carreira de Estado aos moldes da magistratura”, defendeu o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Avila, durante audiência pública, nesta terça-feira (24), na qual se discutiu a interiorização de médicos. A iniciativa para o debate foi dos senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Paulo Davim (PV-RN).

Pesquisa recente do CFM apontou que 72% dos médicos brasileiros estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste. Roberto d’Avila lembrou que uma das lutas dos Conselhos de Medicina é proteger a sociedade do mal profissional. Neste contexto, o presidente do CFM criticou a abertura de escolas médicas sem necessidade social, sem hospitais-escola e corpo docente qualificado; e a possibilidade de se revalidar automaticamente diplomas de estrangeiros que não foram aprovados no programa Revalida. “Vimos que nos últimos dez anos as escolas médicas dobraram o número, mas isso não foi suficiente para garantir profissionais no interior. A revalidação de diplomas sem avaliação coloca em risco a saúde da população”, disse.

O presidente eleito do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Wilson Alecrim, informou que o tempo médio de permanência do médico nos postos de trabalho no Brasil é um pouco mais de 2,5 anos. Para ele, a distribuição igualitária de profissionais em todo o território brasileiro também depende da criação de uma carreira de Estado, com flexibilização de horário, auxílio transporte e alimentação, moradia, boas condições de trabalho, plano de cargos e salários e vinculo empregatício.

Financiamento - Na avaliação do vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Jorge Carlos Machado Curi, a causa fundamental do problema de distribuição de médicos no Brasil está relacionada ao financiamento deficitário. Para ele, a participação do governo federal no financiamento da saúde pública deve aumentar. Ele ressaltou que também a periferia de grandes metrópoles tem déficit de médicos, que não se fixam nos postos de trabalho por falta de condições.

Comissão conjunta do Senado e Câmara, sugeriu o representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), José Enio Duarte, poderia discutir o financiamento da saúde. Para ele, o assunto deve ser tratado com os gestores municipais. “Não podemos mais postergar. Cada um fala uma coisa e a população não tem a assistência médica de qualidade", protestou.

Carência – O déficit de médicos, disse o representante do Ministério da Saúde, Fernando Antonio Menezes da Silva, inclui outros fatores, como afastamento da atividade em determinadas fases da vida profissional. Ele ressaltou que, atualmente, há mais mulheres médicas do que homens. Na fase reprodutiva, elas se afastam da profissão. Já entre os homens, observou, o afastamento se dá para ocuparem cargos de gestão.

O representante da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, Antônio Evandro Melo de Oliveira, ressaltou que as medidas adotadas para resolver o problema não podem ser emergenciais e provisórias. Na opinião dele, é preciso encontrar medidas de longo prazo que atendam às necessidades da população, de modo que sejam arregimentados profissionais de forma permanente e dentro da legalidade.

Tema - Devida a grade repercussão do tema, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realizará seminário para discutir medidas que levem médicos a se fixarem no interior do Brasil. A sugestão foi apresentada pelo senador Humberto Costa (PT-PE). Para o senador, financiamento e problemas de gestão comprometem o atendimento à saúde. Em sua avaliação, a solução depende de ações específicas, a serem implantadas a partir do quadro de carências, levando em conta o mercado e a regulação.

Na avaliação de Vanessa Grazziotin, o seminário deve contar com a participação da sociedade e das entidades médicas. Durante a realização da audiência no Senado, observou a senadora, estudantes de medicina do Amazonas realizavam manifestação contra projeto de lei de sua autoria (PLS 15/2012) que propõe a revalidação automática de diplomas estrangeiros para profissionais de saúde exercerem a medicina no estado. Os estudantes consideram uma “invasão de seu mercado”, disse a senadora.

Vanessa Grazziotin ressaltou que 30% dos médicos que atuam no Amazonas são estrangeiros, muitos sem registro no território brasileiro. Ela garantiu que a intenção não é trazer médicos incompetentes e nem ocupar o lugar dos brasileiros. No entanto, ponderou, há uma carência desses profissionais em localidades em que brasileiros se recusam a trabalhar, o que penaliza a população.

Fonte: Portal Médico

Militares convocam estudantes de medicina para o alistamento militar obrigatório

Dia 24/04 pela manhã, os estudantes do curso de Medicina da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) participaram de uma palestra com integrantes do serviço militar. A palestra teve como finalidade a regulação e a divulgação das condições e procedimentos relativos à inscrição e à seleção para o Estágio de Adaptação e Serviço (EAS), destinados aos candidatos do sexo masculino, graduados nas áreas de Saúde, nos cursos de Medicina, Farmácia, Odontologia (dentista) e Veterinária (MFDV).

A palestra acontece em todas as faculdades desses cursos, pois os alunos do sexo masculino, mesmo já tendo servido, são obrigados a fazê-lo novamente. Esclarecendo o porquê dessa obrigatoriedade, o major Geovan, adjunto a sessão do serviço militar da 7ª região, em Recife-PE, mostrou a Lei n. 5.292, de 8/06/1967, que regula a prestação do serviço militar inicial pelos concludentes dos cursos citados.

A Lei 12.336, de 26/10/2010, estabelece a prestação de serviço militar para formados, possuidores do Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI) e Certificado de Isenção (CI). “A convocação de mulheres diplomadas é permitida em caráter voluntário e tem chegado muitas mulheres para prestar o serviço militar”, disse o major Geovan.

Já a prestação do serviço militar inicial, voluntário ou não, fica condicionada que os formados nesses cursos não tenham a idade de 38 anos até 31 de dezembro do ano de convocação. Devem se apresentar o formado portador do Certificado de Alistamento Militar (CAM), o formado portador de CDI, o concludente de residência médica até janeiro de 2013, o que não se apresentou por ocasião oportuna, e o que residia no exterior.

Esses profissionais vão inicialmente por 45 dias se submeter ao treinamento militar, ou seja, aprender a atirar, o uso dos uniformes, após isso vão desenvolver seu trabalho dentro das Forças Armadas, seja Marinha, Exército ou Aeronáutica, tendo ele próprio o direito a escolher. Os servidores obrigatórios deverão prestar esse serviço por um ano, já os voluntários têm até oito anos.

Fonte: Jornal Gazeta do Oeste

24 abril 2012

23 abril 2012

20 abril 2012

Estudantes participam da mobilização no dia 25 de abril

Presidentes de entidades e especialidades médicas, estudantes e diretoria do Sinmed participaram de reunião ontem (18/04) para definir diretrizes no dia de paralisação nacional dos planos de saúde e do dia de paralisação de advertência dos médicos do RN, que acontece em 25 de abril.

Durante a reunião, os participantes expuseram suas reivindicações e discutiram sobre as formas mais eficazes para mobilização da categoria, entre elas o envio de mensagens pelo celular, cartazes, adesivos e o corpo a corpo, fundamental entre os colegas da categoria.
 Neste encontro foi ratificada também a presença dos estudantes no dia da mobilização.

Estudantes

Os estudantes de medicina do RN, alunos da UFRN, UNP e UERN, participam no dia 25 de abril do dia de paralisação de advertência dos médicos do RN. Além de apoiar a campanha “Eu quero piso Fenam”, os acadêmicos se manifestam contra à abertura de novas Escolas Médicas; melhoria na qualidade do ensino médico e são contrários também a Revalidação direta de Diplomas de médicos formados fora do Brasil.

Dentro da programação do dia 25, os estudantes participam da manifestação pública, que acontece às 8h na Praça Sete de Setembro, localizada em frente à Assembleia Legislativa.
 Diego Torquato (UnP) e Alice Gagliuffi (UFRN)
Felipe Matos e Geilne Queiroz representante dos alunos da UERN

Esclarecimentos sobre Mamografia e câncer de Tireóide

Clique no texto acima para ampliá-lo!

Fonte: Retirado do Boletim do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem / Março 2012


“Ato Médico tem tudo para ser aprovado neste ano”, aposta senador

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), está confiante na aprovação do projeto de lei de regulamentação da medicina (SCD 268/2002) ainda neste ano. O parlamentar foi relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovada em fevereiro. Ele afirma que “qualquer mudança de mérito não é mais permitida pelo regimento interno do Senado”, diz ele, que acredita no resultado, graças ao equilíbrio do texto aprovado. “Com a redação que lhe foi dada pela CCJ, tem tudo para ser aprovado em 2012, até porque o seu conteúdo é o melhor possível”, avalia.

As declarações do senador sergipano foram concedidas à Revista SOMESE (http://linux.alfamaweb.com.br/sgw/downloads/33_053248_revista126.pdf), publicação oficial da Sociedade Médica de Sergipe.

Confira a publicação da Sociedade sergipana e abaixo a íntegra da entrevista: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=22833:ato-medico-tem-tudo-para-ser-aprovado-neste-ano-aposta-senador&catid=3

Fonte: CFM

18 abril 2012

Governo anuncia R$ 505 milhões para tratamento de câncer pelo SUS

O Ministério da Saúde anunciou na manhã desta quarta-feira (18) o investimento de R$ 505 milhões, nos próximos cinco anos, nas redes de unidades para tratamento de câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o governo também vai estimular a produção nacional de medicamentos de tratamento e combate ao câncer.saiba mais.

Segundo Padilha, o ministério vai organizar a compra de equipamentos para radioterapia e a construção de salas adaptadas.

“Vamos adquirir 80 aceleradores nucleares para radioterapia no período de cinco anos”, informou. Conforme o ministro, a medida vai aumentar o acesso à radioterapia no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Medicamentos

Ao falar do investimento na produção nacional de medicamentos oncológicos, o ministro informou que a medida poderá gerar uma economia de R$ 70 milhões ao governo. Segundo Padilha, o ministério firmou parcerias com sete laboratórios públicos e privados para produção de remédios contra leucemia mielóide crônica.
“A produção deste medicamento vai beneficiar mais de 7 mil portadores da doença. 6 mil deles são tratados no SUS”, disse Padilha.

Fonte: G1

 
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