08 abril 2010

Sábado é o "dia D" de vacinação contra a nova gripe

Postos de todo o país deverão abrir, em horários definidos por estados e municípios. Devem se vacinar doentes crônicos com menos de 60 anos, grávidas, crianças de seis meses a menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos

O Ministério da Saúde, em parceria com Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, promove neste sábado, 10 de abril, o “Dia Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1”. Todos os 36 mil postos de vacinação do país deverão estar abertos, em horários a serem informados pelos estados e municípios, que também vão definir a necessidade de postos volantes para aplicação das doses. Devem ser vacinados doentes crônicos com menos de 60 anos, grávidas em qualquer período de gestação, crianças de seis meses a menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos.

O objetivo do “Dia D” é reforçar a importância da vacinação para os grupos prioritários e dar uma nova oportunidade às pessoas que ainda não se imunizaram. “É uma iniciativa importante, pois as pessoas costumam ter mais tempo livre no fim de semana. Estamos seguros de que todos os brasileiros, mesmo os que não vão tomar a vacina, estarão empenhados nesse grande esforço para proteger a saúde das pessoas mais vulneráveis à nova gripe”, diz o ministro José Gomes Temporão. Nesta sexta-feira (9 de abril), o ministro dará entrevista coletiva para apresentar um balanço parcial da vacinação e novos números da gripe H1N1 em todo o país. Será às 14h30, no auditório Emílio Ribas, na sede do Ministério, em Brasília.

PRORROGAÇÃO – A vacinação de grávidas, crianças e doentes crônicos, que tinha previsão para terminar dia 22 de março, foi prorrogada até 23 de abril. O público-alvo, considerando esses três públicos, é de 20,4 milhões de pessoas. Até 23 de abril, todas as grávidas, independentemente do período de gestação, que ainda não se vacinaram, devem tomar a vacina. As mulheres que engravidarem após o fim da terceira etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a gravidez.

Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês de seis meses a menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois de 23 de abril, também poderá ser vacinada nas etapas seguintes.

Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas crônicos de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos. Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é preciso levar atestado médico comprovando a doença crônica.

“DIA D” DOS IDOSOS – Os idosos com doenças crônicas devem aguardar, pois terão um “Dia D” exclusivo para eles. Será em 24 de abril, quando começa a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra a gripe comum, que vai até 7 de maio. Nesse período, todas as pessoas com mais de 60 anos serão imunizadas contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinadas também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez.

PÚBLICO ADULTO – A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 80% do público-alvo de 20 a 29 anos, formado por 35,1 milhões de pessoas. Essa faixa etária foi a que teve o maior número proporcional de casos de doença respiratória grave causada pelo novo vírus no ano passado: 23% do total de 461000 casos, em todo o país. O grupo também concentrou 20% das mortes ocorridas em 2009 (ao todo, foram 2.051).

A quinta e última etapa de vacinação, para adultos de 30 a 39 anos, será de 10 a 21 de maio. Esta faixa etária concentrou 15% dos casos de doença respiratória grave e 22% dos óbitos causados pelo vírus H1N1 em 2009.

ETAPAS DE VACINAÇÃO – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos. Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios.

Os critérios para definição dos grupos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.

A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.


Fonte: Ministério da Saúde

Estudo reforça posição do CFM sobre interiorização da medicina

O 1º secretário do Conselho Federal de Medicina (CFM), Desiré Carlos Callegari, apresentou, nesta quinta-feira (8), aos conselheiros federais, o resultado de um estudo promovido pela entidade que traz dados sobre a concentração de médicos no país. Veja mais aqui.

De acordo com Callegari, o estudo – que aponta que, percentualmente, o número de médicos cresce mais do que a população e que existem alguns locais onde a média de médicos por habitantes é superior a de países que possuem altos índices de desenvolvido humano – é uma ferramenta fundamental para que a entidade possa contrapor os argumentos de que faltam médicos no Brasil. Essa alegação tem sido usada como forma de justificação e defesa da entrada não criteriosa de médicos estrangeiros no país.

De 2000 a 2009, a quantidade de médicos aumentou 27% – de 260.216 para 330.825. No mesmo período, a população brasileira cresceu aproximadamente 12% – de 171.279.882 para 191.480.630, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A posição do CFM diante das informações reveladas pelo levantamento é de que não há escassez de médicos no país. Há, sim, uma má distribuição dos profissionais pelo território nacional”, diz Callegari. Para contornar essa situação, o CFM defende a adoção de eficazes políticas de interiorização do trabalho médico.

Produtos Controlados – Desiré Carlos Callegari comentou ainda o Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os resultados numéricos desse sistema foram apresentados no dia 30 de março e revelaram dados importantes para ajudar no gerenciamento de produtos controlados, monitorando abusos na prescrição e na dispensação (entrega ao consumo).

Algumas distorções chamaram a atenção, como o fato de um especialista em medicina do tráfego ser um dos 10 maiores prescritores de anorexígeno (inibidor de apetite) no país.

A Anvisa irá entregar ao CFM uma lista dos maiores prescritores de anorexígeno de cada estado do país. Essas listas serão enviadas a cada um dos conselhos regionais para as devidas providências. “Além disso, o CFM fará uma campanha educativa aos médicos para que tenham o cuidado de prescrever medicação controlada com anotações no devido prontuário”, afirma Callegari.


Fonte: Portal Médico

CFM prepara-se para emitir certificados digitais junto com a identidade profissional (CRM)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) prepara-se para emitir certificados digitais conjuntamente com a identidade profissional. Os cenários para gerenciamento dessa tecnologia, que também poderá ser chamada de CRM digital ou e-CRM, foram apresentados pelo representante do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Ruy César Ramos Filho, nesta quinta-feira (8 de abril), aos conselheiros federais.

Certificado digital é um documento eletrônico que tem informações sobre a pessoa, assinado digitalmente por uma terceira parte confiável, com mesmo valor jurídico dos documentos assinados de forma tradicional. O diretor de Infra-Estrutura de Chaves Públicas do ITI, Maurício Augusto Coelho, explicou que o certificado digital poderá autenticar e validar com garantias de integridade e sigilo (as informações trafegam de forma criptografada).

Com essa tecnologia, os processos ético-profissionais também poderiam tramitar eletronicamente, a exemplo do que já faz o judiciário. As eleições dos conselhos de medicina também poderiam ser realizadas de maneira informatizada com certificação digital, com o voto sendo efetuado de computadores privados.

"O médico, se ainda não precisa, vai precisar de um certificado digital, seja para exercer seus direitos e deveres como cidadão, seja para exercer seus direitos e deveres como profissional da medicina", estima Coelho.

Sul e Sudeste concentram 70% dos médicos brasileiros. Estima-se que 90% deles tenham acesso a computadores pessoais. Inicialmente, este deve ser o principal público para o CRM digital ou e-CRM.


Fonte: CFM

MEC atrasa programa de crédito estudantil [FIES]

Prevista para começar há um mês, a inscrição de novos bolsistas no Fies está sem data para iniciar - o programa é a principal forma de financiamento para universitários do país.

Segundo a Folha apurou, tem havido dificuldades burocráticas para migrar o sistema de informações da Caixa Econômica Federal (antiga gestora dos recursos do programa) para o Ministério da Educação, conforme prevê lei deste ano.

No Fies, a União financia os estudos do aluno em universidade privada. O beneficiado paga a dívida após a formatura.

Enquanto o problema entre o MEC e a Caixa não é resolvido, casos como o do aposentado Pedro Fausto Geremias, 57, se repetem pelo país.

O filho dele cursa medicina na Universidade de Mogi das Cruzes (SP), cuja mensalidade está na casa dos R$ 3.500. "Ele só se inscreveu porque achamos que poderia ter o financiamento. Agora, estamos queimando umas reservas".

A expectativa do governo Lula é que até 200 mil estudantes obtenham o financiamento neste ano. No ano passado, foram 35 mil - o MEC conta com o salto devido a mudanças na regra, que tornaram menos difícil o pagamento da dívida".

O atraso no Fies aumentará a inadimplência nas instituições", afirma o diretor executivo do Semesp (sindicato das universidades privadas de São Paulo), Rodrigo Capelato.

Prazos

Em 2009, as inscrições começaram no final de março. Em janeiro deste ano, o ministério divulgou que a abertura passaria para início de março.

O MEC confirmou apenas que o programa está atrasado e que não há previsão para abertura das inscrições. A Caixa disse que cabe ao ministério as informações sobre o tema.

As universidades reclamam que o sistema eletrônico de inscrição de instituições é instável, o que atrasa o processo. Representantes das escolas negociam com a União a melhoria dos procedimentos.

Mudança de gestão

Criado em 1999, o Fies sofreu grandes alterações neste ano, como a transferência da gestão do programa, que saiu da Caixa para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), braço operacional do MEC. Fontes do governo dizem haver discordâncias entre as duas instâncias federais.

Segundo o MEC, a administração mudou para que o aluno possa pedir financiamento em qualquer momento do ano. Até então, havia um período fixo para fazer as solicitações.

O programa foi reformulado porque havia bolsas não preenchidas (também caiu a taxa de juros e cresceu o prazo para pagamento da dívida). Os critérios eram considerados muito rígidos, o que desestimulava os alunos. Estudantes que contraíam o financiamento tinham problemas para pagar a dívida.


Fonte: Folha de São Paulo

ProUni oferece vagas remanescentes para o primeiro semestre

O Prouni (Programa Universidade Para Todos) divulgou na segunda-feira (5/06), as regras para concorrer às vagas remanescentes do primeiro semestre de 2010. Podem concorrer ao benefício estudantes que já estejam matriculados em faculdades e que atendam aos pré-requisitos para as bolsas do programa. Cada faculdade divulgará a forma de seleção para as bolsas; as instituições têm até 16 de abril para emitir os termos de concessão do benefício.

Para participar, é necessário ter prestado o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009, e ter obtido nota mínima de 400 pontos na média das cinco notas -ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias e redação- além de não ter zerado na redação.

Além disso, é preciso ter renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.530) por pessoa da família para concorrer às bolsas de 50%; e renda máxima de um salário mínimo e meio (R$ 765) por pessoa da família para concorrer às bolsas integrais. Deve-se também atender a uma das condições:

- ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.


Fonte: UOL Educação - 06/04/2010 - Da Redação, em São Paulo

CFM divulga dados sobre a concentração de médicos no Brasil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulga dados sobre a concentração de médicos no território nacional. O levantamento mostra que o número de profissionais aptos a atuar cresce em ritmo mais acelerado do que o da população – mas a distribuição está longe de ser uniforme. O anúncio marcou a comemoração do Dia Mundial da Saúde.

O levantamento, inédito, aponta que o déficit de médicos no interior não significa a falta de profissionais no país. Dados coletados entre 2000 e 2009 apontam uma média nacional de um médico para grupo de 578 habitantes, índice próximo a países como dos Estados Unidos, que é de um para 411 pessoas.

O 1º secretário do CFM e responsável pela coleta das informações, Desiré Carlos Callegari, defende melhores políticas públicas para a interiorização do profissional. “Não adianta utilizar o mecanismo de revalidação automática do diploma para interiorizar o médico. Nada garante que este profissional não irá recorrer às capitais para se especializar”, aponta Desiré. O diretor também avalia como desnecessária a abertura indiscriminada das escolas médicas. O Brasil possui hoje 181 escolas médicas, sendo que, dessas, 100 foram instaladas na última década. “Observamos que a qualidade do ensino tem caído neste período”.

Aumento de profissionais

Entre 2000 e 2009, a quantidade de médicos aumentou 27% – de 260.216 para 330.825. No mesmo intervalo de tempo, a população brasileira cresceu aproximadamente 12% – de 171.279.882 para 191.480.630, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, havia no país um médico para cada grupo de 658 habitantes; em 2009, a situação passou a ser de um médico para 578 habitantes.

O número de médicos não é o único indicador da adequação da oferta desses profissionais – para se fazer esse tipo de avaliação é preciso que se considerem variações regionais, sociais e econômicas. Mas o número é um indicador importante. Entre os países que possuem elevados índices de desenvolvimento humano (IDH), há menos habitantes por médico. A tendência é de que o IDH seja mais baixo nos países onde há mais habitantes por médico.

O levantamento do Conselho Federal de Medicina foi feito com base no endereço de correspondência informado pelos profissionais nos Conselhos Regionais de Medicina do país.

Entre as regiões, Norte e Nordeste têm menor concentração de médicos

A distribuição de médicos por habitantes é heterogênea no território nacional. Na região Norte, há um médico para cada grupo de 1.130 habitantes. São 13.582 profissionais aptos a atuar, registrados primariamente em conselhos de medicina da região. Já na região Sul, são 509 habitantes por médico.

A região Sudeste concentra 42% da população do país e 55% dos médicos. São 439 habitantes por profissional. No Centro-Oeste, há um médico para cada grupo de 590 habitantes. No Nordeste, um para cada grupo de 894. Em São Paulo estão concentrados 30% dos médicos; o estado abriga 21% da população brasileira.

Se consideradas as inscrições primárias e secundárias efetuadas em conselhos de medicina da região Norte, por exemplo, o número de habitantes por médico passa a ser de 1.000; na região Sul, também consideradas ambos os grupos de inscrição, são 476 habitantes por médico. A inscrição primária é o primeiro registro feito pelo médico em um conselho regional, a secundária é o registro que o médico faz em outros conselhos (diferentes que o daquele de origem) permitindo sua atuação profissional naquela unidade da federação.

Para Desiré Callegari, o médico não precisa “ganhar muito, precisa ser valorizado e ter condições de trabalho”. Para isso, defende como política de interiorização eficaz a criação de uma carreira de Estado para os profissionais e a implantação de planos de cargos, carreiras e vencimentos.

O CFM também considera fundamental que a estrutura e os recursos tecnológicos da saúde sejam aperfeiçoados, principalmente no interior dos estados. “Não dá para fazer medicina sem investimento. O médico precisa ao menos de uma estrutura básica para atender adequadamente a população”, ressaltou Desiré.

Em algumas localidades, índices são europeus

A capital do estado de São Paulo possui um médico para cada grupo de 239 habitantes, média superior à de países que possuem altos índices de desenvolvido humano. Alemanha, Bélgica e Suíça, por exemplo, possuem um médico em atividade para cada grupo de 285, 248 e 259 habitantes, respectivamente.

Se considerada a densidade de médicos em todo o estado de São Paulo, a média é próxima da dos Estados Unidos: 413 habitantes por profissional em São Paulo; 411 por um nos Estados Unidos. No Distrito Federal, há um médico para 297 habitantes, melhor média entre as unidades da federação.

Em outras localidades, índices são africanos: no interior do Amazonas há um médico para cada grupo de 8.944 habitantes; em Roraima, um para 10.306

O acesso a profissionais da medicina é ainda mais desigual quando comparados os números de capitais e regiões do interior. De acordo com dados extraídos do Sistema Integrado de Entidades Médicas em março de 2010, há no estado do Acre 575 médicos aptos a atuar – 74% (427) deles residem na capital, Rio Branco, cidade que conta com um médico para cada grupo de 716 habitantes; os outros 21 municípios do estado dividem entre si 119 médicos, o que resulta na média de um médico para 3.236 habitantes.

Há casos de desigualdade ainda mais acentuada. No Amazonas, 88% (3.024) dos profissionais estão em Manaus, cidade que tem um médico para 574 habitantes. Os municípios do interior ficam com um médico para cada grupo de 8.944 habitantes. Em Roraima, são 10.306 habitantes por médico em cidades do interior. Há apenas 15 profissionais domiciliados fora da capital.

Na região Sudeste, a mais desenvolvida do país, a distribuição de médicos entre capitais e interiores é menos aguda. Em Minas Gerais, por exemplo, a média é de um médico para 587 habitantes; em Belo Horizonte, são 172 habitantes por médico; no interior, um para 926.

O estado de São Paulo registra um médico para 413 habitantes; a capital, um profissional para 239 pessoas; os municípios do interior do estado contam com um médico para cada grupo de 640 habitantes.

Número de mulheres é maior entre os novos profissionais

De 2000 a 2009, a proporção de profissionais do sexo feminino no universo de médicos registrados no Brasil subiu 4 pontos percentuais – de 35,5% para 39%, o que indica uma tendência de feminilização da profissão. Essa tendência fica mais evidente quando se comparam os ritmos de crescimento no universo de cada gênero: o número de médicas aumentou 39,8% no período; o de médicos, 20,1%.

CFM avalia que não faltam médicos no Brasil

A posição do Conselho Federal de Medicina diante das informações reveladas pelo levantamento é de que não há escassez de médicos no país. O que há, sim, é uma má distribuição dos profissionais pelo território nacional.

Para contornar essa situação, o CFM defende a adoção de eficazes políticas de interiorização do trabalho médico. A criação de uma carreira de Estado para os profissionais e a implantação de planos de cargos, carreiras e vencimentos são medidas defendidas pelo Conselho.

Além disso, o CFM considera fundamental que os sistemas de assistência à saúde sejam aperfeiçoados, principalmente no interior dos estados.


Fonte: Portal Médico

07 abril 2010

Expedição de diploma não poderá ser cobrada

As Faculdades particulares não poderão mais cobrar para expedir e registrar os diplomas dos cursos superiores. A decisão, que está no parecer N.º 11/2010 do Conselho Nacional de Educação (CNE), foi homologada no dia 1.º e publicada ontem (05/04) no Diário Oficial da União.

A discussão sobre a cobrança, que existe há anos, ganhou força em 2008, quando a Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro pediu que o MEC se manifestasse sobre o assunto. Maranhão, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais também cobraram um posicionamento.

Para o CNE, a expedição e o registro do diploma são indissociáveis dos serviços educacionais prestados pela instituição. A não ser que a impressão tenha recursos gráficos especiais. "Não havia uma atitude homogênea por parte das faculdades", explica o membro do CNE e relator do parecer, Milton Linhares. "Os custos para expedir e registrar o diploma devem estar inseridos no contrato de prestação de serviço."


Fonte: O Estadao de S.Paulo

ENEM e revalidação de diplomas são temas de encontro da Comissão de Ensino Médico


Dr. Jeancarlo Cavalcante compondo a mesa

A Comissão de Ensino Médico do Conselho Federal de Medicina (CFM) debateu, na tarde desta terça-feira (6 de abril), projetos que tramitam no Congresso trazendo novas propostas sobre revalidação de diplomas.

Além de analisarem o projeto-piloto de revalidação de diplomas de medicina obtidos no exterior, dos Ministérios da Educação e da Saúde foram mencionados outros projetos que tramitam no país. A entidade estuda o posicionamento com relação a eles. Um exemplo é o PLS 400/2007, que altera as diretrizes e bases da educação nacional, de forma a permitir que universidades e centros universitários, públicos ou privados, possam revalidar diplomas expedidos por universidades estrangeiras.

O coordenador da Comissão e vice-presidente do CFM, Carlos Vital, sugeriu um encontro com a Comissão de Assuntos Políticos da entidade para melhor conhecimento da tramitação desses projetos e das ações desenvolvidas pela citada comissão.

Membros da Comissão avaliaram também a programação do Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM 2010), que ocorrerá de 27 a 30 de julho, com relação aos temas sobre ensino médico e participação dos membros da comissão.

Outros temas debatidos foram: engajamento dos estudantes pela aprovação do projeto que regulamenta a Medicina, interiorização do médico, residência, pós-graduação, descentralização da residência, interação com a Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM) e Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de Ensino (Abrahue), bem como a avaliação das entidades médicas sobre a classificação das escolas médicas, instituindo-se um critério de classificação das mesmas, como fonte consultiva para a sociedade.

Compareceram Carlos Vital (CFM), Henrique Batista e Silva (CFM), Dalvélio de Paiva Madruga (CFM), Mauro Asato (CFM), Jeancarlo Fernandes Cavalcante (CFM), Lúcio Flávio Gonzaga (CFM), Cid Carvalhaes (Representante da Federação Nacional de Médicos na Comissão Nacional de Residência Médica) e Janice Painkow (Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins).


Fonte: Portal Médico

Estudo analisa uso do Twitter como fonte sobre medicamentos

Rede social divulga informações incorretas sobre modo de uso de remédiosPesquisadores da Universidade de Columbia (EUA) identificaram mais de 52 mil atualizações no Twitter - chamados de "tweets" - mencionando o uso de antibióticos durante um período de quatro meses e meio. O estudo publicado no American Journal of Infection Control mostrou que cerca de 700 tweets continham informações incorretas sobre os medicamentos, principalmente com recomendações erradas de uso.
Foram encontrados tweets citando o uso de antibióticos para doenças virais, como a gripe ou resfriado, embora os antibióticos sejam usados apenas contra doenças causados por bactérias. Outros usuários ofereciam aos seguidores pílulas que sobravam de seu tratamento. Alguns contavam ainda que iam parar de tomar antibióticos antes do término do tratamento, pois já se sentiam melhor.
Embora os sites de redes sociais, e a Internet em geral, estejam tornando as informações sobre saúde à disposição do público mais facilmente, essa contaminação dos dados pode fazer com que mais pessoas façam uso errado de medicamentos e achem desnecessário frequentar o médico.
Ao mesmo tempo, isso pode ser benéfico para o diagnóstico nas clínicas, pois as pessoas estão levando ao consultório o que aprenderam na Internet com os seus médicos para ajudá-los a interpretar o que estão lendo. Um exemplo disto é o da estudante Carolina Fernandes, de 21 anos. Ela conta que sentia os ouvidos tapados e foi a otorrinolaringologistas três vezes e nenhum deles detectou nada de errado. "O entupimento do ouvido não aparecia nos exames de audição e uma das médicas chegou a dizer que meu caso era um mistério. Coloquei meus sintomas em um site de busca e, através das informações que achei, descobri que eu tinha uma disfunção no ATM, o osso do maxilar. A partir dessa informação procurei um especialista na área, um médico bucomaxilo que confirmou o diagnóstico com um simples aperto nessa região".
Lançado em julho de 2006, o Twitter é uma rede social e serviço de micro-blogging que permite aos usuários postar mensagens de até 140 caracteres. A ferramenta não é encarada só como diversão. A NASA, por exemplo, usa o Twitter para atualizar o status dos vôos de ônibus espaciais. O Twitter atingiu um bilhão de postagens em novembro de 2008.

Conselheiro do CFM elogia abertura de processos para desativação de cursos de medicina

Desiré Carlos Callegari, 1º secretário do Conselho Federal de Medicina, avalia positivamente a determinação da Secretaria de Ensino Superior (SESU) do Ministério da Educação, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (7/4), de que sejam instaurados processos administrativos para a desativação de sete cursos de medicina em três unidades da federação. “As outras instituições de ensino superior serão mais cuidadosas no planejamento de seus cursos; os processos de desativação devem acontecer regularmente, eles são extremamente necessários”, diz.

A Secretaria de Educação Superior (SESU) do Ministério da Educação publicou portaria que determina a abertura de processo para desativação do curso de Medicina oferecido pela Universidade de Iguaçu, no município de Nova Iguaçu (RJ).

Outros seis processos de desativação serão instaurados, mas com possibilidade de que seja aplicada a penalidade alternativa de redução do número de vagas dos cursos. Os alvos desses processos são as seguintes instituições: Centro Universitário de Volta Redonda, em Volta Redonda (RJ); Faculdade de Medicina do Planalto Central, em Brasília (DF); Universidade Iguaçu, em Itaperuna (RJ); Universidade de Marília, em Marília (SP); Universidade de Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto (SP) e Universidade Severino Sombra, em Vassouras (RJ).

Os processos serão abertos pelo fato de que as instituições não adotaram medidas estabelecidas em Termos de Saneamento de Deficiências firmados com a Secretaria de Educação Superior.

Também foram publicados na edição de hoje do DOU despachos da SESU que determinam às Faculdades São Lucas e Integradas Aparício de Carvalho, ambas de Porto Velho (RO), a redução cautelar do número de novos ingressos em seus cursos de Medicina.


Fonte: Portal Médico

Urbanização é foco de comemorações do Dia Mundial da Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora nesta quarta-feira (7 de abril) o Dia Mundial da Saúde com foco na urbanização, incentivando esforços para que as cidades se tornem ambientes mais saudáveis. A estimativa é de que nos próximos 30 anos praticamente todo o crescimento populacional do planeta ocorra em áreas urbanas.

Os desafios relacionados ao tema incluem o acesso à água tratada, o tabagismo, o uso abusivo de álcool, o sedentarismo e os riscos associados a surtos de doenças.

A OMS alerta que as pessoas pobres que vivem em áreas urbanas sofrem de forma desproporcional de um amplo número de problemas de saúde, por estarem mais expostas a altos índices de violência, doenças crônicas e doenças infecciosas como a tuberculose e a aids.

Os fatores sociais considerados determinantes no cenário da urbanização, de acordo com o órgão, não se restringem apenas ao ramo da saúde, mas também envolvem infraestrutura, governança local, distribuição de renda e oportunidades em educação.

O planejamento urbano, segundo a OMS, é capaz de promover comportamentos saudáveis por meio de investimentos no transporte ativo (bicicletas e outros veículos não motorizados), na prática de atividade física, no controle do tabaco, na segurança alimentar e no saneamento básico.

“Tais medidas não requerem, necessariamente, fundos adicionais, mas o compromisso de redirecionar os investimentos para intervenções prioritárias”, concluiu o órgão.

A expectativa da campanha Mil Cidades, Mil Vidas é de que, até domingo (11), sejam inaugurados espaços de saúde por meio de atividades em parques, mutirões de limpeza e fechamento parcial de avenidas para veículos motorizados.

A OMS planeja recolher ainda mil histórias dos chamados “campeões de saúde pública” – pessoas que, de alguma forma, tiveram impacto significativo na saúde das cidades onde vivem. Os vídeos podem ser postados no site http://www.youtube.com/whd2010.


Fonte: Agência Brasil

06 abril 2010

Tor4 com o palito na mão



Fotos by Kadu Biximoral

Equipe H1N1 na campanha pela vacinação

Estudantes alertam para a campanha de vacinação contra o Vírus H1N1.

[PAAB IV] Registro de Vivências - G2 - Passagem de Areia

 Goiânia, Apodi e Luis Gomes

Daniel Saldanha, um dos mais habilidosos no trato com crianças.
Nasceu para ser pediatra.


Outro que nasceu para fazer pediatria é o amigo Luzimário Freitas da cidade de Santo Antonio do Salto da Onça.

 Kadu Pascoal... Certa hora não sabíamos qual 'criança' estava sendo consultada.




 Kadu 'dando um bakulejo' no garoto.

 Futuro pediatra de Santo Antonio na prática médica, 'tutoriado' pela Dra. Neuma Marinho. 

Dra. Neuma mostrando gráficos de crescimento/idade

Natal se prepara para receber o Encontro de Entidades Médicas do Nordeste

Acontece amanhã reunião com a comissão do Enem - Encontro Nacional de Entidades Médicas do Nordeste para definir os últimos detalhes do evento que acontece nos dias 29 e 30 de abril e 1º de maio no Hotel Pirâmide.

O encontro sediado em Natal será promovido pelo Sindicato dos Médicos do RN e Fenam/NE e deve contar com a participação de todos os conselhos regionais de medicina, sindicatos, associações médicas do nordeste e convidados das entidades nacionais e dos próprios estados brasileiros.

Durante os três dias do encontro serão debatidos temas como Sistema Único de Saúde, Plano de Cargos e Carreira para médicos, Piso Salarial, Programa de Saúde da Família, Remuneração do sistema provado, CBHPM, Escolas Médicas, Residência Médica, Revalidação de diplomas, entre outros assuntos.

O encontro será encerrado com uma carta com as principais posições tomadas sobre os temas discutidos. Além de um show da Orquestra Sinfônica e apresentação com a cantora lírica Hilkélia em comemoração ao dia do trabalho.

As senhas para o encerramento serão gratuitas e distribuídas pelo sindicato a partir do mês de abril. Durante a comemoração os médicos em dia com o sindicato concorreram as a vários prêmios como TVs e plasma, GPS, maquina fotográficas digitais etc.


Fonte: Sinmed RN

FENAM lançará em maio a Rede Nacional de Museus de História da Medicina

A Federação Nacional dos Médicos já marcou a data para o lançamento da Rede Nacional de Museus de História da Medicina (RNMHM). O evento, que estabelece um marco na história da entidade, será realizado no dia 12 de maio, às 19 horas, no Salão Volpi do Hotel Windsor Guanabara, no Rio de Janeiro.

A programação está sendo elaborada em conjunto com o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul e em breve será divulgada pela FENAM. A abertura da solenidade terá como tema "História das doenças e instituições de saúde: encontros e desencontros". Em seguida, será lançada a Rede, com a adesão de todos os museus de história da medicina do país.

A Secretaria de Comunicação da FENAM está solicitando a todos os ligados ao setor que confirmem presença na solenidade de lançamento da RNMHM pelo telefone (21) 2240-6739, na Assessoria de Comunicação, das 13h às 18 horas, ou pelo e-mail imprensa@fenam.org.br .

Encontro de Museus

A criação da RNMHM foi viabilizada durante o I Encontro Nacional de Museus de História da Medicina, evento realizado pela FENAM nos dias 11 e 12 de março deste ano, no Rio de Janeiro, apoiado pelo Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul e pelos Sindicatos Médicos do Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Pará, São Paulo e Minas Gerais, com a adesão de outras instituições do país.

O encontro teve como objetivo reunir e aproximar os representantes das instituições do setor, impulsionando, assim, a criação da Rede Nacional de Museus de História da Medicina, que interligará museus de todas as regiões do Brasil e possibilitará que o público tenha acesso a todo o acervo disponível sobre a profissão mais antiga e conhecida no mundo. O objetivo principal é fazer com que toda a população possa conhecer objetos, obras literárias e de artistas plásticos, entre outras peças, que contam não apenas a história da medicina, mas também a própria história do Brasil.

Entre as peças que integram os acervos desses museus estão obras de Candido Portinari, Rodolfo Bernadelli, Batista da Costa e René Lalique; réplica fiel do estetoscópio em madeira inventado por Laennec em 1818, cujo original foi trazido para o Brasil pelo médico de D. Pedro I; óculos que pertenceram a escritores, intelectuais e políticos como Dom Pedro II, Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas, Rui Barbosa, Guimarães Rosa e José Lins do Rego; cadeira-trono onde D. Pedro II se sentava quando participava das sessões solenes da Academia Nacional de Medicina; objetos de uso pessoal dos médicos Juliano Moreira, Carlos Chagas, Oswaldo Cruz e Miguel Couto; além de peças curiosas que mostram de que maneira a medicina era praticada antigamente, como os bisturis utilizados no século XIX, o aparelho de alta frequência usado na década de 20 para terapia através da corrente elétrica; seringa do século XVIII utilizada na lavagem de ouvidos, bem como selos raros ligados à personalidades e a fatos históricos relacionadas à medicina.


Fonte: FENAM

Pagamento de dívida junto ao Fies pode ser condicionado a rendimento do beneficiário



Projeto na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) dessa terça-feira (06/04) permite a quem fez uso de recursos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) quitar seus débitos apenas quando tiver rendimentos para tanto, comprovados na declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).
O projeto (PLS 530/07), de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), recebeu parecer favorável do relator, senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS). Pela legislação em vigor, a dívida do estudante deve ser quitada ao final do período de carência, 18 meses após o término do curso.
O projeto altera dispositivo da Lei 10.260/01, que regula o Fies, para estabelecer que o regime de amortização tenha início a qualquer tempo, por meio de desconto em folha de pagamento, no mês imediatamente subsequente àquele em que o estudante obtiver condições de recolhimento do IRPF. O texto, no entanto, manteve a possibilidade, assegurada pela legislação vigente, de o estudante financiado solicitar a amortização antecipada da dívida.
"Quanto ao mérito, o PLS 530/07 sana lacuna existente na legislação atual, qual seja a de não condicionar a amortização dos empréstimos do Fies à efetiva capacidade de pagamento do beneficiário, a qual passa a ser aferida por um critério simples e objetivo. A ausência dessa condição é provavelmente uma das causas de desistência dos beneficiários ao longo do curso, além de plausível fonte de desestímulo aos potenciais pretendentes ao financiamento", avaliou Zambiasi no parecer.
Na justificação do projeto, Cristovam Buarque considerou que, caso fosse concebido como medida de inclusão social, o Fies deveria ter sua eficácia medida com base no quantitativo de beneficiários que conseguem concluir os estudos com sucesso e que melhoram suas condições de competição no mercado de trabalho. Na sua avaliação, esse último aspecto precisa ser levado em conta numa política de financiamento da educação superior.
Depois de analisado na CAE, a matéria será encaminhada à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), para decisão em caráter terminativo.
Fonte: Agência Senado

Saúde recomenda que empresas instalem salas de apoio à amamentação

Espaço serve para a mulher trabalhadora retirar o leite e guardar para dar ao filho em casa. Mais de 34% das mães brasileiras que voltam ao trabalho não amamentam

O Ministério da Saúde deu mais um passo para garantir o aleitamento materno após o fim da licença-maternidade. Portaria elaborada junto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda a instalação de salas de apoio à amamentação em empresas e órgãos públicos. Esses espaços são reservados para a mulher retirar leite do peito e guardá-lo para dar ao bebê em casa. Ela também pode doar o alimento a um Banco de Leite Humano. O texto foi publicado no Diário Oficial da União e já está valendo.

A alimentação do bebê deve ser baseada exclusivamente em leite materno até os seis meses de vida. Após esse período, alimentos complementares saudáveis podem ser incluídos na dieta dele, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta que o aleitamento prossiga até os dois anos de idade. Por isso, o Ministério da Saúde incentiva as companhias a organizarem salas de apoio à amamentação.

Antes, não havia uma legislação sanitária específica para a manutenção desse tipo de espaço nas empresas. A coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Elsa Giugliani, acredita que, com a regulamentação, as mulheres poderão retirar o leite em um ambiente mais acolhedor.

“Esse procedimento é importante porque as mamas cheias provocam um desconforto muito grande às mulheres durante a jornada de trabalho. Elas devem extrair o leite a cada três ou quatro horas para que se mantenha a produção adequada do leite materno”, explica. O leite deve ser acondicionado em um recipiente para a mãe dar ao filho em casa.

De acordo com a Pesquisa de Prevalência de Aleitamento Materno, divulgada em 2009, o número de mulheres amamentando é muito maior durante a licença-maternidade. Entre as mães usufruindo do benefício, 91,4% dão o peito para os filhos. O porcentual cai para 65,9% entre aquelas que já retornaram ao trabalho. O MS acredita que a oferta de salas de apoio à amamentação nas empresas e repartições pode estimular o aleitamento, reduzindo essa diferença.

BENEFÍCIOS – Considerado um alimento completo, o leite materno funciona como uma vacina, protegendo o bebê de muitas doenças. Após os seis meses, são indicados alimentos complementares à dieta da criança, como frutas e legumes. Especialistas destacam, porém, que o aleitamento materno é a principal forma de prevenir a mortalidade infantil. Além de garantir o bom desenvolvimento da criança, melhora a saúde da mãe, ao reduzir riscos de diabetes e câncer de mama e ovário.

Por isso, a instalação das salas de apoio à amamentação beneficia não só a mulher e o bebê, mas a própria empresa. “Como as crianças continuam sendo amamentadas, elas ficam mais saudáveis, e as mães faltam menos ao emprego. A companhia acaba valorizando a funcionária ao levar em conta as necessidades dela como mãe”, observa Elsa Giugliani. Na avaliação do Ministério da Saúde, a implantação desse espaço e a manutenção dele têm baixo custo para as empresas.

MUDANÇAS – Segundo as recomendações publicadas no Diário Oficial da União, as salas de apoio deverão ter um ponto de água fria e lavatório para assegurar a higiene da mulher. Deve haver uma cadeira de coleta ou poltronas, separadas por divisórias, para preservar a privacidade da mulher. Os espaços devem acomodar um freezer com um termômetro para monitorar o resfriamento. As companhias podem disponibilizar frascos para a coleta do leite e recipientes térmicos para o transporte do alimento.

Bombas elétricas ou manuais para extrair o leite poderão ser adquiridas pelas empresas. Todos os objetos que entrem em contato com o leite precisam ser esterilizados. É recomendável o uso de aventais limpos – descartáveis, de preferência – para as mulheres enquanto retirarem o leite.



Fonte: Ministério da Saúde

Câmara Técnica do CFM elabora projeto para reduzir as filas de transplantes de córneas

A Câmara Técnica de Oftalmologia do Conselho Federal de Medicina (CFM) apresentou ao Ministério da Saúde nesta terça-feira (6/04), em Brasília, um projeto contendo diretrizes para ajudar a reduzir a fila de transplantes de córneas no país. De acordo com os integrantes, a execução da proposta poderá extinguir a fila em até um ano.

Todas as sociedades de oftalmologias regionais estiveram envolvidas na elaboração de um projeto que garantirá uma estrutura de trabalho para os transplantes, cujo recurso será disponibilizado pelo Ministério da Saúde.

O projeto foi resultado de acordo firmado da Câmara de Oftalmologia, em fevereiro, com coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério, Rosana Reis Nothen. Na ocasião, a coordenadora identificou dois principais pontos que podem contribuir neste processo: a captação com as famílias e a viabilização para que a equipe médica tenha condições de realizar as cirurgias.

Existem hoje 21 mil pessoas na fila de espera em todo o país. O projeto foi espelhado em exemplos como o estado de São Paulo que não possui fila de espera.

Resolução – A Câmara Técnica também trabalha em uma minuta de resolução para adaptação e acompanhamento de uso de lentes de contato.

Segundo o coordenador da CT e corregedor do CFM, José Fernando Vinagre, o médico é o responsável pela colocação e adaptação das lentes. “É um ato médico indicar e acompanhar este procedimento”, disse Vinagre.


Fonte: Portal Médico

Comissão em defesa do Parto Normal

O Conselho Federal de Medicina (CFM), através de sua Comissão Nacional de Parto Normal, está estudando os modelos de assistência obstétrica de referência na saúde suplementar. Uma sub-comissão se reuniu hoje (6/04), em Brasília, para finalizar a pesquisa que será aplicada aos obstetras filiados à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

A ação faz parte do Projeto de Intervenção para a Redução de Cesarianas Desnecessárias no Setor suplementar de Saúde e para o Incentivo ao Parto Normal, elaborado pela Comissão.


Fonte: Portal Médico

CARTA ABERTA À TURMA MED4DA!

Gente, quando cheguei da semana santa meus amigos vieram me contar sobre o que falaram no blog a meu respeito. É muito estranho uma pessoa falar sobre união em sala e vir falar mal de alguém, no caso, sobre mim!
É o seguinte, na amizade eu estava disponibilizando os áudios no blog, mas as pessoas apelaram, reclamaram que eu estava atrasando, mas lembrem-se: NÃO É MINHA OBRIGAÇÃO!!
Fico muito triste por isso estar acontecendo, mas infelizmente vou ter que tomar providências. Não é porque sou vice-líder de sala que tenho que fazer tudo para todos da sala. E para a pessoa que esta falando que lutei muito para esse posto, você está enganado(a) porque na eleição apenas disse que queria ir e fui eleita!
Tenho minhas suspeitas de quem foi, mas prefiro não dizer para não ser injusta acusando alguém erroneamente. Até hoje não falei nada para não ser chata, mas estou realmente magoada e espero que essas besteiras parem porque não estamos mais na pré-escola.
Por conta das confusões e das reclamações não vou mais disponibilizar nenhum áudio de nenhuma aula! Quando alguém disse que não precisava ter 60 gravadores na mesa do professor concordei, mas já que estão reclamando do meu atraso e da qualidade do áudio, é melhor que tenha realmente 60 gravadores!



Atenciosamente,

Ticiana de Magalhães Benevides.

[genet] Genética das Populações

Genética de Populações

Vem aí a 2ª Jornada de Pediatria


Com a avaliação feita nessa terça-feira termina a fase que compreendia assuntos da 1ª Jornada de Pediatria, e agora estamos prontos para a 2ª Jornada que vem aí...

05 abril 2010

XI Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa


XI Congresso Internacional de Catarata e Cirurgia Refrativa e V Congresso Internacional de Administração em Oftalmologia de 19 a 22 de maio de 2010 em Natal - RN (Centro de Convenções de Natal).

Assembléia Geral Ordinária

ATENÇÃO!

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Assembléia Geral Ordinária


A Comissão de Formatura Medicina UnP 2014.1, de acordo com o Parágrafo III do artigo 6º do seu Estatuto Social, convoca os Sócios da Comissão para sua Assembléia Geral Ordinária, que será realizada na quarta-feira, dia 07 de Abril de 2010, às 9:20h., na sala T06 da UnP - Salgado Filho, onde estarão em pauta os seguintes assuntos:

1- Apresentação da Prestação de Contas referente ao Semestre 2009.2;
2- Apresentação da Prestação de Contas da Rifa de Páscoa 2010;
3- Eleição para escolher o Cerimonial;
4- Outros assuntos.


NATAL, 05, de Abril de 2010


Diego da Cunha Torquato do Rêgo
Presidente

04 abril 2010

“S.O.S. Emergência”

S.O.S. Emergência
Marisa Orth, Fernanda de Freitas, Fábio Lago, Maria Clara Gueiros, Ney Latorraca e outros artistas de peso estreiam neste domingo (4 de abril) o novo programa da Rede Globo, “S.O.S. Emergência”. E apesar de tratar de casos dramáticos em corredores de um hospital, essa turma não promete mostrar nada de sério na telinha.

“Preparem-se para um hospital muito louco”, avisou Bruno Garcia, que dá vida ao doutor Wando. Com autoria de Marcius Melhem e Daniel Adjadre, e direção-geral de Mauro Mendonça Filho, “S.O.S. Emergência” foi feito para arrancar risos dos telespectadores sem dó nem piedade. “É comédia pura, até porque não tem como aquele povo trabalhar sem dar risada”, disse Bruno sobre o elenco escalado.

Logo no primeiro capítulo da série a situação apresentada é frenética: Fábio Assunção e Cássio Gabus Mendes são candidatos ao filho que a personagem Renata Barbosa está esperando. Segundo Bruno, que sabe como ninguém vender o peixe, o texto é afiado e a produção é de primeira. “Eu estou bem satisfeito com o trabalho, as imagens do programa são muito sofisticadas, está digno de seriado de ponta, de fama internacional”, garantiu.

Para montar seu Wando, Bruno assistiu aos clássicos seriados médicos americanos, como o queridinho “House”. “Mas ‘S.O.S. é completamente diferente. ‘House’ tem uma ironia ácida. Assisti também, é claro, ‘E.R.’, que foi o seriado que abriu essa febre de programas hospitalares. E destaco o maravilhoso ‘Grey’s Anamoty’”, contou.

Ficou curioso para conferir as maluquices deste grupo? É esperar para ver se Bruno Garcia conseguiu vender bem o peixe de "S.O.S. Emergência". A estreia será após exibição do "Fantástico".
Edgard (Fábio Assunção) e Dra. Michele(Marisa Orth)

Adultos de 20 a 29 anos devem se vacinar contra a Gripe H1N1 a partir desta segunda-feira, 5 de abril

Gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos e doentes crônicos também podem ser vacinados até 23 de abril, além das pessoas de 20 a 29 anos
Começa nesta segunda-feira, dia 5 de abril, a terceira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a influenza H1N1. Adultos com idade entre 20 e 29 anos têm até o dia 23 de abril para tomar a vacina. A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 80% do público-alvo desse grupo, formado por 35,1 milhões de pessoas. Essa faixa etária foi a que teve o maior número proporcional de casos de doença respiratória grave causada pelo novo vírus no ano passado: 24% do total de 44.544 casos, em todo o país. O grupo também concentrou 20% das mortes ocorridas em 2009 (ao todo, foram 2.051).

Em virtude do feriadão da Semana Santa, o Ministério da Saúde prorrogou a vacinação de grávidas, doentes crônicos (exceto idosos) e crianças de seis meses a menores de dois anos até o dia 23 de abril. Assim, a segunda etapa, que terminaria na última sexta-feira (2), deverá continuar ao longo da terceira fase. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por definir e divulgar os locais e horários de vacinação. Em todo o país, são mais de 36 mil salas de imunização. Para serem vacinadas, as pessoas de 20 a 29 anos devem ir aos postos de vacinação levando documento de identidade com foto.


Fonte: Ministério da Saúde

03 abril 2010

Ministério da Saúde lançará "Cartilha de orientação para Manicures"

Objetivo é prevenção de transmissão da hepatite. Manual quer incentivar clientes a levar próprio material ao salão

O Ministério da Saúde lançará uma cartilha para manicures e pedicures com orientações para a prevenção da hepatite, de acordo com a Agência Brasil.

Neste mês, as manicures e pedicures passaram a integrar os grupos prioritários para vacinação contra hepatite B, junto com caminhoneiros, grávidas e moradores de assentamentos e acampamentos agrários. São necessárias três doses da vacina. O ministério informa que, depois das três doses, 90% dos adultos ficam imunizados. A vacina está disponível nos postos de saúde do país e pode ser tomada em qualquer época do ano.

Divulgada no ano passado, uma pesquisa revelou que 20% das manicures ouvidas no município de São Paulo têm hepatite B. Das 100 entrevistadas, em salões de beleza das classes alta e de baixa renda da capital paulista, 74% das profissionais não lavavam as mãos entre uma cliente e outra, nem estavam vacinadas contra a doença, 72% desconheciam as formas de contágio e somente 5% usavam luvas descartáveis.

A inclusão das profissionais nos grupos sujeitos a contrair a doença é devido ao uso de instrumentos cortantes, como o alicate, e o contato com sangue. A cartilha tem ainda o objetivo de incentivar as clientes a levar o próprio material na hora de fazer as unhas dos pés e das mãos nos salões de beleza, com alicate, palito de laranjeira, lixa, toalha, creme, esmalte, algodão e acetona.

Além da exposição à doença, a falta de cuidados com a esterilização dos instrumentos de trabalho e o desconhecimento sobre as formas de contágio da hepatite aumentam o risco para as manicures.

De acordo com a enfermeira Andreia Schunck, responsável pela pesquisa, as manicures não têm o hábito de adotar qualquer medida de prevenção, como esterilizar os instrumentos, entre eles, alicates, espátulas ou palitos. O vírus da hepatite B pode ficar dias em uma toalha, por exemplo.

A pesquisadora, que trabalha no Instituto Emílio Ribas da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, disse que as profissionais de institutos de beleza deverão receber orientações sobre o uso de luvas e de material descartável, os procedimentos de esterilização na estufa e a vacina contra a hepatite B, que é gratuita nos postos de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o manual deverá ser lançado em junho.

A hepatite viral B é transmitida pelo sangue e pela relação sexual sem preservativo. Outra forma de transmissão é o uso de objetos contaminados, entre eles, lâminas de barbear, escovas de dentes, instrumentos de manicures e podólogos e o material usado na colocação de piercing ou realização de tatuagens.


02 abril 2010

[páscoa] Dica do Blog

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Da caça ao fast-food... Evolução ou Retrocesso?

Da caça ao fast-food, muito mudou na maneira como nos alimentamos. Galileu (revista) preparou um histórico das principais alterações no modo como nos relacionamos com os alimentos desde a pré-história. Confira:

* Neolítico
Primeira grande mudança na alimentação. Passagem do homem caçador para o agricultor.

* 5400 AC - Pérsia (Irã)
Surge o vinho. A prova: vestígios de ácido tartárico encontrado em vasos da época. Os persas conheciam também o sorvete, por exemplo.

* 4000 AC
Os chineses já cultivavam laranjas.

* Até 2 DC - Império Romano
As pessoas comiam deitadas em camas dispostas num ambiente chamado Triclinium. A base do tempero era o garum, um fermentado de vísceras de peixe que valia mais que o ouro. Ainda hoje se come garum, mas apenas no Vietnã. O primeiro livro de cozinha, Apicius, é com receitas dessa época.

* Alta Idade Média (século 5 a 11)
Feudalismo, era de força, guerras. Comia-se muita carne e o bacana era ser gordo.

* Século 8
Os muçulmanos trazem do Oriente para a Europa as laranjas, gado, café, arroz e a cana-de-açúcar, que estimularia grandes expedições pelo mundo.

* Século 10
O Império Bizantino inventa a toalha de mesa, os talheres e a mesa para as refeições. Antes disso, a maioria das refeições era feita deitada (Imp. Romano) ou sentada no chão (muçulmanos).

* Século 13 - Europa (sobretudo península Ibérica)
Durante a Inquisição, uma das maneiras mais simples de se identificar famílias judias (ou cristãos novos) era verificar o que comiam, já que as diferenças étnicas são poucas. Porco, animais que não tenham casco bipartido e crustáceos fazem parte da lista de tabus alimentares dos judeus, assim como o pão feito com levedura. Nesse período, o pão ázimo praticamente desaparece da Europa. Além disso, todas as diásporas foram importantes para espalhar pelo mundo produtos judaicos: o cordeiro como carne básica, a amêndoa como base para doces, o azeite de oliva. A cozinha judaica sempre foi uma culinária de fusão entre a mediterrânea, árabe e ibérica.

* Século 15
Chegada dos produtos americanos na Europa e dos europeus na América. Introdução de cana-de- açúcar, café, laranja e gado (trazidos do oriente para Europa pelos muçulmanos). Da América para a Europa foram feijões, batatas, tomate, pimentão, cacau. Curiosidade: batata era comida de porco, só passou a ser consumida por gente no século 18. Muito de sua implantação se deve a Parmentier, o francês que até hoje batiza um conhecido prato feito com... batata.

* Séculos 15, 16 – Itália
Cozinha italiana fica forte, junto com o Renascimento. Banquetes fartíssimos, comida barroca, vários temperos misturados. Curiosidade: uma coisa que eles faziam bastante era rechear um porco com um pavão, que por sua vez estava recheado por um frango, que por sua vez vinha com uma perdiz dentro. Uma matrioska da gula.

* Século 17 – França
Hegemonia da cozinha francesa (dura até hoje). Não só a comida, como a “art de table” francesa, os modos. Começou com Luís XIV. Depuração do gosto.

* Século 19
Invenção do Hambúrguer nos Estados Unidos – 1885 Invenção da Coca-Cola - 1886

* Anos 1910 – França
Surge o primeiro guia de restaurantes/viagens, o Michelin (o senhor fabricava pneus, portanto tinha que fazer com que as pessoas gastassem seus pneus, assim resolveu lançar um guia de viagens). É o mesmo Michelin que até hoje manda na gastronomia mundial.

* Anos 50
A moda das lanchonetes americanas, fast food

* Décadas de 70/80 - França
Nouvelle Cuisine
Porções mínimas, pouco cozimento, poucos molhos, o alimento com o sabor natural dele. Pratos bonitos e elaborados. Coincide com a época do culto ao corpo. Condimentos praticamente reduzidos ao sal Globalização do gosto – temperos vindos do mundo inteiro se misturando.

* Anos 90 - Catalunha
Revolução catalã, comandada por Ferran Adrià. A cozinha como laboratório. Cozinha molecular (tecno emocional).
Dica de Leitura: Jesus Feitoza

Paralisação Nacional dia 14/04

Em ultima reunião da Comissão Nacional de Residência Médica, no dia 10 de março em Brasília, a ANMR apresentou as reivindicações lançadas na campanha nacional de valorização da residência médica e foi aberto um espaço importante para negociação, que está com início de negociações junto ao MEC, tendo como principais reivindicações:
  • Aumento do valor da bolsa-trabalho;
  • Definição de data-base para reajuste anual;
  • Instituição da 13ª bolsa (PL-6146/2009);
  • Extensão da licença maternidade até seis meses para médicas residentes.
O último reajuste da bolsa foi realizado em 2007 pressionado uma grande paralisação após 5 anos sem reajuste, passando de R$ 1.459,00 para R$ 1.916,45 (lei nº 11.381).

Em janeiro de 2007 o salário mínimo vigente era de R$ 350, portanto, a nova bolsa de R$ 1.916,45 correspondia a 5,47 salários mínimos da época. Agora, em 2010, esta mesma bolsa de R$ 1.916,45 corresponde 3,75 salários mínimos. Se atualizarmos o valor da bolsa pelo salário mínimo para continuar recebendo os mesmos 5,47 salários mínimos de janeiro de 2007, faríamos jus, em janeiro de 2010, a R$ 2.789,70.

Para reforçar e legitimar essas reivindicações, convocamos todos os médicos residentes e estudantes de Medicina a se unirem num Ato Público Nacional a ser realizado no dia 14 de abril de 2010.


01 abril 2010

[sorteio] Rifa de Páscoa!!!

Sorteio da 'Rifa de Páscoa'
Cesta de Chocolates da Kopenhagen
Dia 31/03/2010
Ganhadora: JULIANA CANTÍDIO (visivelmente emocionada) recebendo o prêmio
Vendedora Destaque: Adriana Kaline (DRIKA) com mais de 50 rifas-extrasAuditoria: Nelson Lariú


Obrigado a todos que participaram. Em breve divulgaremos o lucro!
Att.,
Comissão de Formatura Medicina UnP 2014.1

Relação de Especialidades reconhecidas pelo CFM, AMB e CNRM

Relação de Especialidades reconhecidas pelo CFM, AMB e CNRM:

1. Acupuntura
2. Alergia e imunologia
3. Anestesiologia
4. Angiologia
5. Cancerologia
6. Cardiologia
7. Cirurgia cardiovascular
8. Cirurgia da Mão
9. Cirurgia de cabeça e pescoço
10. Cirurgia do aparelho digestivo
11. Cirurgia geral
12. Cirurgia pediátrica
13. Cirurgia plástica
14. Cirurgia torácica
15. Cirurgia vascular
16. Clínica médica
17. Coloproctologia
18. Dermatologia
19. Endocrinologia e Metabologia
20. Endoscopia
21. Gastroenterologia
22. Genética médica
23. Geriatria
24. Ginecologia e obstetrícia
25. Hematologia e hemoterapia
26. Homeopatia
27. Infectologia
28. Mastologia
29. Medicina de família e comunidade
30. Medicina do trabalho
31. Medicina do tráfego
32. Medicina esportiva
33. Medicina física e reabilitação
34. Medicina intensiva
35. Medicina legal
36. Medicina nuclear
37. Medicina preventiva e social
38. Nefrologia
39. Neurocirurgia
40. Neurologia
41. Nutrologia
42. Oftalmologia
43. Ortopedia e traumatologia
44. Otorrinolaringologia
45. Patologia
46. Patologia clínica/medicina laboratorial
47. Pediatria
48. Pneumologia
49. Psiquiatria
50. Radiologia e diagnóstico por imagem
51. Radioterapia
52. Reumatologia
53. Urologia


Relação das áreas de atuação reconhecidas:

1. Administração em saúde
2. Alergia e imunologia pediátrica
3. Angiorradiologia e cirurgia endovascular
4. Atendimento ao queimado
5. Cardiologia pediátrica
6. Cirurgia crânio-maxilo-facial
7. Cirurgia da coluna
8. Cirurgia da mão
9. Cirurgia dermatológica
10. Cirurgia do trauma
11. Cirurgia videolaparoscópica
12. Citopatologia 13. Cosmiatria
14. Dor
15. Ecocardiografia
16. Ecografia vascular com doppler
17. Eletrofisiologia clínica invasiva
18. Endocrinologia pediátrica
19. Endoscopia digestiva
20. Endoscopia ginecológica
21. Endoscopia respiratória
22. Ergometria
23. Foniatria
24. Gastroenterologia pediátrica
25. Hansenologia
26. Hematologia e hemoterapia pediátrica
27. Hemodinâmica e cardiologia intervencionista
28. Hepatologia
29. Infectologia hospitalar
30. Infectologia pediátrica
31. Medicina de urgência
32. Medicina do adolescente
33. Medicina fetal
34. Medicina intensiva neonatal
35. Medicina intensiva pediátrica
36. Nefrologia pediátrica
37. Neonatologia
38. Neurofisiologia clínica
39. Neurologia pediátrica
40. Neurorradiologia
41. Nutrição parenteral e enteral
42. Nutrição parenteral e enteral pediátrica
43. Nutrologia pediátrica
44. Pneumologia pediátrica
45. Psicogeriatria
46. Psicoterapia
47. Psiquiatria da infância e adolescência
48. Psiquiatria forense
49. Radiologia intervencionista e angiorradiologia
50. Reprodução humana
51. Reumatologia pediátrica
52. Sexologia
53. Transplante de Medula Óssea
54. Ultra-sonografia em ginecologia e obstetrícia


Relação das especialidades que viraram áreas de atuação:

1. Administração em Saúde
2. Cirurgia da Mão
3. Citopatologia
4. Endoscopia Digestiva
5. Endoscopia Respiratória
6. Hansenologia
7. Hepatologia
8. Nutrição Parenteral e Enteral
9. Neurofisiologia Clínica.


Fonte: Conselho Federal de Medicina

Piadas, curiosidades, etc. e tal!!!

COMO ESCONDER UMA NOTA DE 100 REAIS DE UM MÉDICO?
  • De um Cirurgião: coloca dentro do prontuário;
  • De um Ortopedista: coloca dentro de um Tratado de Clínica Médica;
  • De um Cirurgião Plástico: não importa onde, ele sempre vai achar;
  • De um Clínico Geral: não importa onde, ele nunca viu uma mesmo...
  • De um Anestesista: coloca no carrinho, dentro do Centro Cirúrgico.

...

DIFERENÇAS ENTRE AS ESPECIALIDADES

Sabem qual a diferença entre um clínico, um cirurgião-geral, um psiquiatra, um patologista e um anestesiologista?

  • O Clínico Geral é aquele que sabe tudo e não resolve nada;
  • O Cirurgião é o que não sabe nada e resolve tudo;
  • O Psiquiatra é o que não sabe nada e não resolve nada;
  • O Patologista é aquele que sabe tudo, resolve tudo mas chegou atrasado;
  • O Anestesiologista é aquele que não sabe nada, não resolve nada mas leva a culpa de tudo...

Senado e SBP lançam campanha

O presidente do Senado, José Sarney, a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) e o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Dioclécio Campos Júnior, lançam, na próxima terça-feira, dia 6 de abril, às 11 horas, na Sala de Audiências da Presidência do Senado, uma campanha para estimular a adesão das empresas à licença-maternidade de seis meses. A campanha se chamará "Licença-maternidade de seis meses: Agora é a vez da empresa". A lei 11.770/08, resultante de projeto de autoria da senadora Patrícia em parceria com a SBP, prevê a concessão dos seis meses de licença para as trabalhadoras da iniciativa privada que optarem pelo benefício estendido. Os dois meses a mais de licença também são facultativos para as empresas, que receberão incentivos fiscais do governo federal. A regulamentação da lei ocorreu em janeiro deste ano.

A campanha contará com diversas peças: um vídeo a ser veiculado nas televisões públicas, cartazes, um folder explicando o passo a passo para as empresas aderirem à licença-maternidade de seis meses e uma carta dirigida aos empresários brasileiros, ressaltando a importância da adoção do benefício ampliado para o bem-estar das crianças e das trabalhadoras. Para a solenidade da próxima terça-feira, foram convidados presidentes de federações da indústria, de grandes empresas, dos bancos, além de representantes dos trabalhadores.

Antes mesmo de a lei ser regulamentada, diversas empresas tomaram a iniciativa de conceder os seis meses de licença. Entre elas, Nestlé, Wal-Mart, Eurofarma, Fersol, Masa da Amazônia, Phito Fórmulas e 24 empresas do Pólo Petroquímico de Camaçari, na Bahia. No grupo das que aderiram depois da regulamentação, estão importantes bancos como Itaú, HSBC e Santander. É que a categoria dos bancários conseguiu incluir no seu acordo coletivo de trabalho uma cláusula prevendo a concessão da licença-maternidade de seis meses.

“A concessão dos seis meses de licença não é um custo, e sim um investimento no País. Afinal, todos sairão ganhando. Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que a amamentação durante esse período reduz em 17 vezes as chances de a criança ter pneumonia, em 5,4 vezes a incidência de anemia e em 2,5 vezes a possibilidade de diarréia. Portanto, reduz-se o número de internações hospitalares”, argumenta a senadora Patrícia Saboya na carta voltada para os empresários. “As crianças vão crescer com mais saúde e equilíbrio emocional. Pesquisas comprovam que um forte vínculo afetivo entre mãe e bebê diminui as chances de ele se tornar um adulto violento. E as próprias mulheres trabalharão mais motivadas e seguras. As empresas terão a certeza de que estão dando uma maior parcela de contribuição à formação de uma sociedade mais avançada”, completa Patrícia.

Lembrando a importância dos primeiros seis meses, quando “a permanência da criança em um ambiente afetivo favorável e com a nutrição adequada são condições insubstituíveis para seu crescimento e desenvolvimento saudáveis”, dr. Dioclécio Campos Jr. salienta a importância da lei, que “permite que 150 mil grandes companhias brasileiras – que empregam quase a metade da mão de obra no país – ofereçam o benefício a suas colaboradoras. O custo do governo com a menor arrecadação de IR será altamente recompensado”, garante, avaliando também que a conquista tornou-se irreversível e que os avanços vão continuar”.


Fonte: AMB

 
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